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Os tipos organizacionais – parte 1

Fernando Cyrino

São três os centros de energia ou de inteligência “mapeados” pelo Eneagrama. conheça aos Tipos Emocionais e como eles podem ter um melhor desempenho na organização


liderança

O Eneagrama pode ser aplicado em diversas áreas do conhecimento humano. É possível defini-lo como um ”mapa” que nos auxilia na identificação de nossas habilidades e inabilidades, ponto de partida para trabalhá-las em vistas do desenvolvimento pessoal e profissional e, consequentemente, do crescimento da organização.

O Eneagrama mostra que possuímos três centros de Inteligência e de visão do mundo. Utilizá-lo organizacionalmente é cuidar para que seja refeito o equilíbrio entre estes três centros de energia já existentes em cada empresa. Neste artigo falamos sobre algumas características de cada um dos centros e tipos do Eneagrama focados na dinâmica organizacional.

Os tipos Emocionais - Trazendo o coração para incrementar a produtividade organizacional

Não ter ou mesmo não valorizar os componentes da força de trabalho daqueles que fazem parte do Centro Emocional é o mesmo que construir e manter uma organização fria e sem calor humano. A sua  rotatividade tenderá a ser alta na empresa, que poderá perder seus melhores profissionais. A produtividade, a princípio, se manterá alta, mas a longo prazo não será das melhores, pois trabalhando em uma empresa assim, as pessoas não encontrarão um sentido maior e se sentirão como meros objetos organizacionais.


Tipo Dois 

- Criatividade: O Tipo Dois não é muito criativo. É mantenedor das situações já existentes, tanto na sua vida quanto na empresa onde trabalha. Isto não quer dizer que ele não possa ser bastante flexível. Quando está aberto ao crescimento ele caminha para o Tipo Quatro, podendo tornar mais criador. Como se sente mais tranquilo em situações estáveis - o que não ocorre no trabalho, que é dinâmico e mutável -, o Tipo Dois deverá tomar cuidado para não tolher nem segurar a criatividade que esteja brotando na sua área.

- Tomada de decisão: Mais que decidir, o Tipo Dois sente-se á vontade no papel de apoiar a decisão do outro. Ele sente-se bem e confortável no papel de influenciador da decisão que o seu líder precisa tomar e é aí que pode ser bem útil à sua organização. Não é que não decida, mas se há alguém por perto para decidir e, principalmente no caso de que este alguém seja do seu time, o Dois prefere se retrair e apoiar. Ele precisa tomar cuidados para não fugir das decisões, mesmo que elas possam magoar alguém. Caso a decisão seja o não, mesmo que doa, ele precisará ser dito para que não pairem dúvidas sobre o caminho a seguir.  

- Execução: O Dois gosta de fazer. É um “carregador de piano” e até bem comum vê-lo se sacrificar, assumindo a execução de funções e tarefas que são de outros. Gosta ainda mais de executar quando sente que o ambiente lhe é caloroso e afetivo. Essa execução do Dois, normalmente, não diz respeito à estratégia e grandes ações, mas principalmente àquelas ações do dia a dia. Do ter que carregar “tijolinho por tijolinho”. Será crescimento para ele a busca de execução em níveis organizacionais maiores e estratégicos, usando as suas competências, não apenas para apoiar e ficar em segundo plano, mas também para executar coisas grandes e mais importantes.  

- Comunicação: O Tipo Dois costuma ser bem discreto. Prefere ficar nas coxias, atuando fora do foco dos holofotes. É quando está no segundo plano que se sente melhor. Ele adora trabalhar nos bastidores. Sendo assim, a sua comunicação costuma ser muito mais dirigida a pessoas ou pequenos grupos (geralmente no poder ou próximos a ele) bem definidos, do que a todos. Será crescimento para esse Tipo uma maior exposição ao sol, comunicando a todos o que é necessário que todos saibam.

- Trabalho em equipe: O Dois é um apoiador nato. Sente-se à vontade na equipe e por isto transita bem nela. Aproxima-se naturalmente das lideranças e desse posto costuma assumir suas funções no time. Precisa tomar cuidados para não formar subgrupos e também para não assumir o trabalho dos outros, desqualificando-os e depois tomando o papel de vítima. Deve tomar atenção para não ficar preso nos cuidados na criação de ambientes afetivos, esquecendo-se dos resultados que precisam ser alcançados.

- Planejamento: Não é este um tipo naturalmente “planejador”. O Tipo Dois é mais de se inserir no planejamento que está sendo feito. Então, faz o que sabe bem realizar: o apóia, dá suporte e cobre as falhas que eventualmente vão surgindo. Não é tarefa muito simples para ele definir os passos necessários para a consecução da “obra”. O Tipo Dois não costuma ter muita clareza do futuro e pode preferir ficar mais no “feijão com arroz” do dia a dia.

- Abertura para a mudança: Este é um Tipo que é mais afeto a manter as coisas como estão, desde que estejam funcionando, do que mudá-las. O conhecido acalma e não gera ansiedade e o que é novo e ainda desconhecido ou não totalmente dominado, pode gerar stress. O Tipo Dois então precisa ser, mais do que outros Tipos, convencido da necessidade da transformação, mostrando-se a ele com clareza e convicção o futuro pretendido com as suas vantagens, sem esconder também as dificuldades que certamente ocorrerão no percurso até se ter a realidade do novo.

Tipo Três

- Criatividade: Mais do que criar, o Tipo Três costuma manifestar seu interesse em seguir modelos vitoriosos, mesmo que muitas vezes esses modelos ainda não estejam sendo percebidos ainda pela sociedade. O Tipo Três tem faro especial para captar o original e a partir dele, construir em cima do que poderá dar certo, ou mesmo que já esteja dando alguns frutos. Sua criatividade está mais em descobrir aquele que é criativo e se colocar perto dele, apoiando-o e fazendo com que a sua criação seja um sucesso. Precisa tomar cuidado para, na sua ansiedade pela quantidade das realizações, não abortar o novo que vai sendo gerado.  

- Tomada de decisão: O Tipo Três é um dos tipos mais decididos do Eneagrama. Ele não costuma apresentar receio para decidir. Toma decisões com rapidez e nessa velocidade é até possível que não haja o cuidado devido com a qualidade da decisão que foi tomada. Decidir é algo que toma parte primordial na sua forma de ver o mundo. O Três corre pela vida em busca do sucesso e sem decidir ele não consegue caminhar em direção a essas metas. Precisa estar atento para que suas decisões também levem em consideração as pessoas envolvidas.

- Execução: Este é o Tipo realizador por excelência. É um grande “fazedor”. “Decide, faz e acontece”. Sabe como poucos liderar e manter comprometida a equipe para a execução. Realiza até mais do que tenha condição de executar nas 24 horas do dia. Por isto pode se tornar viciado em trabalho, um “workholic”. Nesse seu afã de muito fazer o Tipo Três pode se esquecer das pessoas e mesmo deixar algumas tarefas inconclusas ou com qualidade baixa.

- Comunicação: O Tipo Três é um grande comunicador, sabendo vender seu peixe com muita desenvoltura. Tem muita sensibilidade para perceber qual seria a linguagem que mais impactaria o seu interlocutor e será dessa forma que com ele se comunicará. É sensível e atento à necessidade de comunicação para suas tarefas e projetos. O cuidado que precisa tomar é com a veracidade da sua comunicação, não omitindo pontos frágeis ou que diminuiriam o impacto positivo da sua notícia.     

- Trabalho em equipe: O Tipo Três é bom participante e condutor de times. Ele potencializa a equipe e o time, em contrapartida, o energiza. É possuidor de uma grande sensibilidade para identificar as competências de cada um e de apoiar as pessoas naquilo que elas têm e sabem fazer melhor. Deve cuidar para evitar a exposição excessiva das pessoas (colocando-as demasiadamente na vitrine) como também um marketing pessoal em excesso. Precisa ter atenção também para, na busca do resultado, lembrar-se sempre de que são as pessoas que o constroem.

- Planejamento: Tem muita clareza em ver os passos necessários ao planejamento, mas o Tipo Três possui ainda mais clareza e vontade em partir logo para a execução. Ao liderar, o Tipo Três sabe usar com grande competência os “planejadores” e fazer com que o que foi planejado saia do papel e se faça concreto no mundo. Precisa estar atento em não seguir o “curto caminho longo” – sair fazendo sem planejar. Mas seguir o “longo caminho curto” – gastar tempo no planejamento para que a execução siga sem maiores problemas e dificuldades.

- Abertura para a mudança: O Tipo Três normalmente não gosta da rotina e de uma vida que aconteça sem desafios. Adora uma mudança. Gosta do novo e sabe caminhar com desenvoltura para ele. Tem excelente faro para as novidades que vão “pegar”. Não costuma entrar em “canoa furada” e quando entra é um dos primeiros a saltar dela. A atenção e cuidado que precisa ter é que, nesse abandono do projeto, não deixe ao Deus dará também as pessoas envolvidas com ele. 

Tipo Quatro

- Criatividade: O Tipo Quatro é um dos grandes criativos do Eneagrama. Quando está bem e integrado ele está sempre em busca do novo, do que seja original. Sem ele as organizações seriam bem mais secas, rotineiras e sem graça. Ele só precisa tomar cuidado para se manter equilibrado nas emoções. Isto para que a sua grande criatividade gere coisas realmente práticas para a empresa da qual participa.

- Tomada de decisão: O Tipo Quatro não costuma ser um tipo bem “decisivo”. Quando ele decide essas suas ações podem vir em “rompantes”, o que não é bom para aqueles que devem seguir o que foi definido por ele. Precisa tomar alguns cuidados para que a sua decisão não sofra o impacto das emoções exacerbadas e das suas mudanças de humor.

- Execução: No sentido de uma execução em “linha” numa repetição em série sempre do mesmo modelo, podemos dizer que o Tipo Quatro não costuma ser bom “executor”. Sente-se bem melhor e gosta de fazer o que seja original e não o que é rotineiro e comum. Costuma fugir da execução das rotinas e não se sente naturalmente bem ao executar simplesmente os padrões. Sente-se melhor quando pode deixar a sua marca pessoal na obra. Por conta disto não é incomum que seja visto como inadaptado nas organizações muito grandes e que têm os processos de trabalho padronizados e bem definidos.

- Comunicação: Sente-se bem melhor e a vontade ao se comunicar com quem fala a “sua língua”. O Tipo Quatro precisa ter atenção e tomar cuidado para não tornar a sua comunicação muito focada em grupos específicos e, principalmente, para que seja simples e direta, evitando termos rebuscados e que não sejam do entendimento do público a quem se destina o comunicado. Podem ser bem melhores criadores de comunicação do que comunicadores daquilo que criam.

- Trabalho em equipe: Caso lhe seja dada a condição de decidir é bem provável que o Tipo Quatro opte por um trabalho “solo”, mas isto não quer dizer que ele não possa e nem vá se adaptar bem ao trabalho na equipe. O líder e a equipe onde está o Tipo Quatro precisam ter cuidado para buscar e dar chances para que demonstrem a criatividade, não deixando que ele se sinta inadaptado. Se o Quatro não sente que tem um espaço definido e cuidado pelo líder da equipe, ele pode querer “escapar”. Precisa também tomar cuidado, quando estiver na liderança e também como comandado, para que o tom excessivo das emoções que costuma ter, não pese sobre a equipe.

- Planejamento: O Tipo Quatro geralmente sente-se bem no papel de “planejador” e pode ser usado pelas organizações para desempenhar este papel com alta probabilidade de sucesso. Ele tem grande facilidade em enxergar e dar uma forma ao que ainda não “existe no real” e isto pode e deve ser usado na definição dos passos para se chegar à meta pretendida.

- Abertura para a mudança: Como não gosta do que é rotineiro, a mudança pode ser muito bem-vinda e apreciada pela pessoa do Tipo Quatro. Só é preciso que se tome cuidado em não se buscar simplesmente a novidade pela novidade, mas que se tenha um objetivo maior de crescimento, de transformação, de melhoria, ou até de sobrevivência, na organização,  para se realizar a mudança.


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